História e Cultura

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Um garoto com os pés virados, que vaga pela mata aprontando estripulias. Em Mato grosso diz-se que ele protege os animais selvagens da caça e chama garotos que caçam passarinhos para dentro da mata — esta parte é usada pelos adultos para manter as crianças longe da mata fechada. Relatos dos mais antigos atestam que um ser em forma de uma cobra gigante, com cerca de 20 metros de cumprimento e dois de diâmetro, morava nas profundezas do rio e atacava pescadores e banhistas. É uma cobra transparente que pega fogo como se queimasse por dentro. É um fogo azulado. De acordo com a lenda local, quem come cabeça de Pacu nunca mais saí de Mato Grosso. Cultura mato-grossense. O peixe é um alimento farto. Ele é comido frito, assado ou ensopado, recheado com farinha de mandioca ou servido com pedaços de mandioca.

Um pouco de história! Os sítios arqueológicos existentes situam-se junto às praias, denotando que os índios preferiam morar restante próximos do mar e que provavelmente, viviam da mandioca e da pescaria. O cultivo da mandioca, acredita-se, ser uma influência indígena. Com o barro eram feitos os fornos de torrar café e farinha, panelas, frigideiras e louças em geral. Para fazer os tecidos, possuíam teares e havia algumas que faziam a renda e o crivo. PESCA: a pesca de vida era feita semanalmente e a pescaria, com fins comerciais, tinha períodos definidos durante o ano. O peixe idade escalado e vendido em arrobas, sendo transportado por embarcações. Dessa forma, para a comunidade tradicional, a terra perdeu seu valor. Segundo os relatos dos moradores locais, as praias de Bombas e de Bombinhas eram de uma areia muito fina composta de cristal e de quartzo.

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