Mulheres solteiras realizam sonho de formar família por meio da adoção

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Acho que foi um presente que ganhei da vida, de Deus. Ela foi casada, mas acabou se separando. Pouco depois dos 40 anos, solteira, e com muita vontade de ter um filho, foi alertada pelo médico que ficaria cada vez mais difícil de engravidar. Por isso, Rejane decidiu adotar uma criança. Eu sempre pensei que podia adotar, mas antes olhava mais para o lado altruísta. Frequentou mensalmente as reuniões por um ano. No começo, tinha receio por ser uma mulher solteira. Mas precisava ter vínculo, contato com as outras duas famílias que adotaram cada uma das meninas. Eu preparei a papelada e fui.

Padecer no paraíso em dobro? Mas exatamente hoje penso como deve ser restante leve essa jornada para quem tem alguém ao lado no dia a dia. Na antiga escolinha da minha filha, para mim, no começo, idade difícil falar, por exemplo, para os pais dos amiguinhos dela que eu era sozinha. E nem era por culpa deles. Ninguém nunca me julgou. Esse eco da família ideal inconscientemente me acompanhou na vida adulta. Chega até a ser tragicômico.

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